A conferência internacional de Teatro do Oprimido está acontecendo desde o dia 20 e vai até o dia 26 de julho, no Teatro Nelson Rodrigues. O encontro reúne pessoas de várias cidades do Brasil e diversos lugares do mundo. Todos acreditando num mundo melhor, transformado pelas ferramentas estéticas oferecidas por essa arte. Estabelecer o diálogo é possível porque a linguagem teatral é universal. E o teatro proposto é dialógico por natureza.
Numa época em que os meios de comunicação monologam seus padrões de comportamento pré-estabelecidos, seus arquétipos de beleza, tentando enquadrar todos os sujeitos em um modelo, que favoreça o mercado consumidor, o Teatro, especificamente o Teatro do Oprimido, propõe a (re)descoberta da palavra, da música e da escultura, através de sua proposta estética. (Re)descoberta a ser realizada por aqueles que não mais acreditavam ser capazes de expressar, através da arte, sua percepção da realidade. E nesse caminho descobrem que a mudança nos paradigmas é possível e o futuro não é inexorável, como postulava Paulo Freire. O prefixo “re” significa ação repetida; e o parêntese foi usado para maximizar sua importância. A gente vai REdescobrir porque a gente já sabia. O ser humano é o único animal capaz de ver-se vendo, de falar, ouvir a sua própria voz, refletir sobre a sua utilização, criticar-se a si próprio, ao que está sendo dito. É o único capaz de ver-se no outro e a partir do outro reconhecer-se, já nos ensinou Boal.
Esse redescobrimento de si mesmo e do mundo proporcionado por meios estéticos propicia o diálogo com outros diferentes. Diferentes porque cada sujeito carrega consigo seus próprios códigos de ética. Diferentes porque estamos inseridos em culturas diversas. Propicia o diálogo consigo próprio, pois é o ator-cidadão que está em cena.
A mentira teatral é verdade. E a reinvenção da realidade possível.
Numa época em que os meios de comunicação monologam seus padrões de comportamento pré-estabelecidos, seus arquétipos de beleza, tentando enquadrar todos os sujeitos em um modelo, que favoreça o mercado consumidor, o Teatro, especificamente o Teatro do Oprimido, propõe a (re)descoberta da palavra, da música e da escultura, através de sua proposta estética. (Re)descoberta a ser realizada por aqueles que não mais acreditavam ser capazes de expressar, através da arte, sua percepção da realidade. E nesse caminho descobrem que a mudança nos paradigmas é possível e o futuro não é inexorável, como postulava Paulo Freire. O prefixo “re” significa ação repetida; e o parêntese foi usado para maximizar sua importância. A gente vai REdescobrir porque a gente já sabia. O ser humano é o único animal capaz de ver-se vendo, de falar, ouvir a sua própria voz, refletir sobre a sua utilização, criticar-se a si próprio, ao que está sendo dito. É o único capaz de ver-se no outro e a partir do outro reconhecer-se, já nos ensinou Boal.
Esse redescobrimento de si mesmo e do mundo proporcionado por meios estéticos propicia o diálogo com outros diferentes. Diferentes porque cada sujeito carrega consigo seus próprios códigos de ética. Diferentes porque estamos inseridos em culturas diversas. Propicia o diálogo consigo próprio, pois é o ator-cidadão que está em cena.
A mentira teatral é verdade. E a reinvenção da realidade possível.
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